“Os ‘Dez Mandamentos’ com seu sábado semanal devem ser guardados pelos cristãos?”

Uma resposta diretamente da Bíblia.

Parte 1: Mandamentos e Leis

Parte 2: Lei “Moral” e Lei “Cerimonial”

Parte 3:O que é Feito pelo dedo de Deus tende a ser Eterno?

Parte 4: O Decálogo não foi dado antes de Moisés

Parte 5: Evidências de que a guarda do sábado semanal começou após a saída de Israel do Egito

Parte 6: Os cristãos não estão sujeitos ao Decálogo

Parte 7: Guardar nove mandamentos?

Parte 8: Explicando Mateus 5:17

Parte 9: A lei do sábado era uma “lei natural”?

 

Anúncios

O Conceito da Bíblia: As comemorações de ano-novo são próprias para os cristãos?

“A TARDE que antecede o ano-novo é uma calmaria fora do comum”, comenta Fernando, um médico brasileiro. “Então, a partir das 11 horas da noite, começa a aparecer uma enxurrada de pacientes com facadas, com ferimentos causados por tiros, jovens que se machucaram em acidentes de carro e mulheres casadas espancadas. O álcool quase sempre está envolvido.”

Tendo em vista os comentários acima, não é de admirar que um jornal brasileiro tenha-se referido ao ano-novo como “o dia internacional da ressaca”. Uma agência de notícias européia observa que “o ano-novo é para os hedonistas leigos” e acrescentou que “trata-se de mais uma rodada na eterna batalha do homem contra as bebidas alcoólicas”.

É verdade que nem todos comemoram o ano-novo bebendo muito e agindo com violência. De fato, muitos têm lembranças agradáveis dessa ocasião. “Quando criança, mal podia esperar pelo ano-novo”, diz Fernando, mencionado anteriormente. “Sempre havia muitos jogos, comida e bebida. À meia-noite, a gente se abraçava, beijava e cumprimentava dizendo: ‘Feliz ano-novo!’”

Da mesma forma, muitas pessoas hoje acham que conseguem comemorar o ano-novo sem exageros. Ainda assim, os cristãos fazem bem em examinar a origem e o significado dessa festa popular. Será que a celebração de ano-novo se choca com os ensinos bíblicos?

Uma olhada no passado

Antigas inscrições indicam que as comemorações de ano-novo datam de 3000 AEC, na Babilônia. Celebrada em meados de março, essa festividade era decisiva. “Nessa ocasião, o deus Marduque resolvia qual seria o destino do país no ano seguinte”, comenta The World Book Encyclopedia. A comemoração do ano-novo dos babilônios durava 11 dias e incluía sacrifícios, procissões e ritos de fertilidade.

Por um tempo, o ano-novo dos romanos também começava em março, mas, em 46 AEC, o imperador Júlio César assinou um decreto estabelecendo o início dele em 1.° de janeiro. Esse dia já era dedicado a Jano, o deus das origens, e a partir daí também marcaria o início do ano romano. A data havia mudado, mas o clima de festa continuava. A Cyclopedia de McClintock e Strong relata que, em 1.° de janeiro, as pessoas “entregavam-se a intemperança e a várias formas de superstições pagãs”.

Ritos supersticiosos têm seu lugar nas comemorações de ano-novo até nos dias de hoje. Por exemplo, em algumas regiões da América do Sul, as pessoas saúdam o ano-novo apoiadas apenas no pé direito. Outros tocam buzinas e soltam rojões. Segundo um costume tcheco, come-se sopa de lentilhas no ano-novo, ao passo que a tradição eslovaca dita que se deve colocar dinheiro ou escamas de peixe debaixo da toalha de mesa. Esses rituais, cujo objetivo é espantar a má sorte e garantir a prosperidade, simplesmente perpetuam a antiga crença de que a virada do ano é uma ocasião para decidir destinos.

O que a Bíblia diz sobre isso

A Bíblia alerta os cristãos a ‘andar decentemente, não em festanças e em bebedeiras’. (Romanos 13:12-14; Gálatas 5:19-21; 1 Pedro 4:3) Visto que as comemorações de ano-novo se enquadram exatamente nos excessos que a Bíblia condena, os cristãos não participam nessas festividades. Isso não quer dizer que são uns “desmancha-prazeres”. Muito pelo contrário, eles sabem que a Bíblia diz diversas vezes aos adoradores de Deus que se alegrem, e por vários motivos. (Deuteronômio 26:10, 11; Salmo 32:11; Provérbios 5:15-19; Eclesiastes 3:22; 11:9) A Bíblia também reconhece que a comida e a bebida andam de mãos dadas com a alegria. — Salmo 104:15; Eclesiastes 9:7a.

No entanto, conforme já observamos, as comemorações de ano-novo estão arraigadas em costumes pagãos. A adoração falsa é impura e detestável do ponto de vista de Deus e os cristãos rejeitam costumes que têm essas origens. (Deuteronômio 18:9-12; Ezequiel 22:3, 4) O apóstolo Paulo escreveu: “Que associação tem a justiça com o que é contra a lei? Ou que parceria tem a luz com a escuridão? Além disso, que harmonia há entre Cristo e Belial?” Ele tinha bons motivos para acrescentar: “Cessai de tocar em coisa impura.” — 2 Coríntios 6:14-17a.

Os cristãos se dão conta de que participar em ritos supersticiosos não garante felicidade nem prosperidade — especialmente porque esse tipo de celebração incorre no desfavor de Deus. (Eclesiastes 9:11; Isaías 65:11, 12) Além do mais, a Bíblia adverte os cristãos a serem moderados e equilibrados na conduta. (1 Timóteo 3:2, 11) É claro que seria impróprio para alguém que alega seguir os ensinamentos de Cristo participar em comemorações que se caracterizam por excessos.

Por mais atraentes e agradáveis que pareçam ser as comemorações de ano-novo, a Bíblia nos exorta a ‘cessar de tocar em coisa impura’ e a ‘purificarmo-nos de toda imundície da carne e do espírito’. Para os que lhe obedecem, Deus oferece a calorosa garantia: “Eu vos acolherei. . . . Eu serei pai para vós e vós sereis filhos e filhas para mim.” (2 Coríntios 6:17b-7:1) De fato, ele promete bênçãos eternas e prosperidade a todos os que são leais a ele. — Salmo 37:18, 28; Apocalipse 21:3, 4, 7.

Os Dons de Línguas e Profecias Hoje, vem de Deus?

O século vinte testemunhou uma surpreendente explosão de igrejas pentecostais. Diversas religiões evangélicas promovem o pentecostalismo. Após o segundo Concílio do Vaticano (1962-1965) o movimento pentecostal aflorou no catolicismo romano, ficando conhecido como movimento carismático. Entretanto, dúvidas sobre a validade ou genuinidade desse comportamento religioso pairam na mente de muitas pessoas sinceras, e isso por pelo menos três motivos.

Primeiro, as religiões que alegam possuir os dons do espírito têm doutrinas muito divergentes entre si. Uma vez que “Deus não é Deus de desordem [confusão, Al]”, como poderia um dom da parte dele se manifestar em religiões tão conflitantes entre si? (1 Cor. 14:33) Segundo, o modo de vida levado pelos que professam ter tais dons põe em dúvida a genuinidade de sua afirmação. Uma enquete de 1980 da revista Christianity Today e do Instituto Gallup de Pesquisa, feita junto a cinco milhões de estadunidenses que alegavam falar em línguas, trouxe à tona resultados surpreendentes. Note abaixo o que os números indicaram:

  •  33% não acreditavam que o Diabo seja uma pessoa real
  • 19% aprovavam o sexo antes do casamento
  • 44% não consideravam a Bíblia como a autoridade mais importante.
  •  58% por cento não davam prioridade a ajudar a ganhar outros para Cristo
  •   Todos se envolviam com a política

À base dos dados acima, é provável que muitos pentecostais se apressem a argumentar que nem todos os que professam ter e manifestar os dons do espírito realmente têm tais dons. Mesmo que essa afirmação fosse verdadeira, a pesquisa acima mostrou uma porcentagem muito alta dos que afirmavam ter dons carismáticos, mas não viviam segundo os preceitos cristãos. Assim, segundo tal argumentação, uma grande parte dos que alegam ter dons são impostores.

Uma terceira razão da reticência em relação a tais dons tem que ver com o comportamento manifestado durante o período em que tais pentecostais alegam estar recebendo o dom do espírito. Alguns rolam pelo chão, babam, contorcem-se, gritam desvairadamente e ficam com a face terrivelmente desfigurada. Como tudo isso é diferente do comportamento do cristão do primeiro século chamado Estêvão. Quando estava “cheio de espírito santo”, era nítido aos seus opositores que “o seu rosto era como o rosto dum anjo”. (Atos 6:15; 7:55) O espírito santo deu a Estevão sobriedade, paz e tranquilidade incomuns, algo bem diferente do que se observa nas exibições bizarras dos que professam receber os dons espirituais.

Portanto, vamos analisar a partir de agora o que a Bíblia tem a dizer sobre o assunto. Neste artigo, responderemos a três perguntas essenciais: (1) Por que foram dados os dons no passado?

(2) Como se manifestavam?

(3) Até quando durariam?

Por que foram conferidos os dons do espírito aos cristãos do primeiro século?

Tais dons foram concedidos por duas razoes básicas: para a propagação do recém-formado cristianismo e para confirmar que esse era a partir de então o modo correto de Deus ser adorado. (Atos 1:8; Heb. 2:2-4) Os primitivos cristãos, em geral, eram tidos pela sociedade da época como “indoutos e comuns”, sabendo falar, mormente, o seu próprio idioma. No entanto, tinham diante de si uma obra colossal de pregação “até a extremidade da terra”. (Atos 1:8, NM, n.) De modo que o dom de línguas, manifestado primeiramente no Pentecostes de 33 EC, impulsionou tal obra. (Atos 2:1-11, 41) Ademais, Jeová havia usado a nação de Israel sob o pacto da Lei mosaica como o arranjo aprovado de aproximação a Ele por quase 1.600 anos. Portanto, seria de esperar que ele confirmasse de forma visível a mudança para uma nova forma de adoração.[3]

Como eram os dons de Deus no passado?

Algumas características marcantes de tais dons podem ser alistadas abaixo:

      As curas eram completas e instantâneas. – Atos 3:1-8; 5:15, 16.

      Os milagres eram concedidos não apenas aos que tinham fé. A cura realizada por Pedro, registrada em Atos 3:1-8, mostra que a pessoa que fora curada não esperava tal cura. Além disso, as pessoas falecidas que foram ressuscitadas não poderiam ter exercido fé, uma vez que estavam mortas. (Atos 9:36-42; 20:9-12) De fato, quando os apóstolos não conseguiram realizar um milagre, Jesus indicou que faltou fé, não à pessoa que precisava do milagre, mas aos apóstolos. – Mat. 17:14-16, 19, 20.

     O dom de línguas não era falatório que ninguém entendia. Por ocasião da primeira ocorrência do dom de línguas, as pessoas das nações presentes ao Pentecostes relataram: “Como é que ouvimos cada um de nós o seu próprio idioma em que nascemos? Nós os ouvimos falar em nossas línguas sobre as coisas magníficas de Deus.” (Atos 2:8, 11) Mesmo nas reuniões cristãs daquele tempo, o dom de línguas deveria ser manifestado de modo a produzir edificação nos cristãos. Note como o espírito santo orientou o apóstolo Paulo a dar as diretrizes que assegurariam tal edificação. Paulo escreveu:

    “A menos que vós, por intermédio da língua, pronuncieis palavras facilmente entendidas, como se saberá o que se fala? Estareis, de fato, falando ao ar.” – 1 Cor. 14:9.

“Se ofereceres louvor com um dom do espírito, como é que o homem ocupando o assento da pessoa comum dirá ‘amém’ aos teus agradecimentos, visto que não sabe o que estás dizendo?” – 1 Cor. 14:16.

“Portanto, se a congregação inteira se reunir num só lugar e todos falarem em línguas, mas entrarem pessoas comuns ou incrédulos, não dirão que estais loucos?” – 1 Cor. 14:23.

Os três versículos acima mostravam a necessidade de as línguas faladas milagrosamente serem entendidas. Para assegurar que isso acontecesse, Paulo deu a seguinte diretriz:

 “E, se alguém falar numa língua, seja isso limitado a dois ou no máximo três, e por turnos; e traduza alguém. Mas, se não houver tradutor, então fique calado na congregação e fale consigo mesmo e com Deus.” – 1 Cor. 14:27, 28.

     A instrução era óbvia: em cada reunião cristã, deveria haver no máximo três ocorrências de dom de línguas; cada um dos três cristãos com o dom deveria falar por “turnos”, isto é, cada um na sua vez, após o que deveria haver alguém com dom de tradução, para o benefício de todos os presentes a tal reunião.  Certa testemunha de Jeová, que em seu ministério de evangelização entrevistou representantes de muitas dezenas de igrejas pentecostais durante um período de trinta anos, disse NUNCA ter encontrado uma religião pentecostal que seguisse a diretriz apostólica de 1 Coríntios 14:27, 28. Em todas as religiões pentecostais analisadas, sem exceção, várias pessoas – muitas vezes quase a inteira congregação – falavam em línguas no mesmo culto, e ao mesmo tempo!

Isso levanta sérias indagações: Se tais dons são realmente manifestações do espírito santo, como é possível que o espírito santo tenha ordenado uma diretriz na Bíblia, no primeiro século, e agora siga outra diretriz? Lembre-se de que tal diretriz foi ordenada para manter a ordem e para produzir edificação. O que é testemunhado nas igrejas pentecostais em nossa época evidencia justamente o contrário!

Portanto, uma comparação sóbria entre os dons dos tempos apostólicos e os atuais torna patente uma astronômica diferença entre os dois. Resta agora analisarmos a terceira pergunta essencial proposta:

Até quando os dons miraculosos durariam?

Para obtermos a resposta a essa pergunta, precisamos entender primeiro como tais dons eram transmitidos. Encontramos a resposta em Atos, capítulo 8. Os versículos 5-8 descrevem o trabalho de evangelização feito pelo discípulo Filipe em Samaria. Visto que Filipe possuía os dons do espírito, ele realizou muitos “sinais”, entre os quais estavam as curas físicas. Mas, como poderiam os novos conversos também receber tais dons? O relato prossegue: “Quando os apóstolos em Jerusalém ouviram que Samaria havia aceito a palavra de Deus, mandaram-lhes Pedro e João [que eram apóstolos]; e estes desceram e oraram para que recebessem espírito santo. Porque não tinha ainda caído sobre nenhum deles, mas eles tinham sido batizados apenas no nome do Senhor Jesus. Impuseram-lhes então as suas mãos e eles começaram a receber espírito santo.” – Atos 8:14-17.

É, pois, manifesto que os dons eram transmitidos através dos apóstolos. Inclusive, um recém-convertido de nome Simão reconheceu isso. (Atos 8:18) Portanto, uma vez que os apóstolos tivessem morrido, aqueles que haviam recebido os dons poderiam usar tais dons, mas não haveria a transmissão deles a outros discípulos. E, uma vez que tivessem morrido os que ainda detinham os dons, estes cessariam. É o que a Bíblia nos informa em 1 Coríntios 13:8-13:

“O amor nunca falha. Mas, quer haja dons de profetizar, serão eliminados; quer haja línguas, cessarão; quer haja conhecimento, será eliminado. Pois temos conhecimento parcial e profetizamos parcialmente; mas, quando chegar o que é completo, será eliminado o que é parcial. Quando eu era pequenino, costumava falar como pequenino, pensar como pequenino, raciocinar como pequenino; mas agora que me tornei homem, eliminei as características de pequenino. Pois, atualmente vemos em contorno indefinido por meio dum espelho de metal, mas então será face a face. Atualmente eu sei em parte, mas então saberei exatamente, assim como também sou conhecido exatamente. Agora, porém, permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mas o maior destes é o amor.”

Assim, os dons espirituais – que incluíam o ‘dom de profetizar’, o dom de falar em “línguas” e o conhecimento revelado – ‘cessariam’ de forma natural, e não por uma interrupção súbita. Paulo explicou o motivo disso: os dons estavam associados à infância do cristianismo; eram “características de pequenino”. Quando a Bíblia estivesse completa, no fim do primeiro século, não haveria mais necessidade de tais dons. A partir de então, “toda a Escritura” seria suficiente para tornar “o homem de Deus … plenamente competente, completamente equipado para toda boa obra”. (2 Tim. 3:16, 17) Mas, o que se quer dizer com a expressão “quando chegar o que é completo, será eliminado o que é parcial”? O que se quer dizer com “o que é completo”?

Essa é a tradução do termo grego tò téleion, literalmente “a coisa perfeita”. (Interlinear do Reino) Quando aplicado a pessoas, téleios se refere a alguém plenamente maduro, principalmente em sentido espiritual. (1 Cor. 14:20; Efé. 4:13; Heb. 5:14) Usando a ilustração de Paulo, que compara o recém-formado cristianismo como um “pequenino”, fica claro que “o que é completo” é uma alusão ao tempo em que o cristianismo verdadeiro atingisse a plena madureza espiritual, algo que ainda ocorrerá no futuro. Significa isso que os dons continuariam em nossos dias, contradizendo o que já ficou patente por intermédio de outros textos bíblicos?

Não, não significa. A Bíblia é completamente harmoniosa. Note que a Bíblia não vincula o fim dos dons com a chegada ‘do que é completo’. Falando sobre a mudança que ocorreria quando chegasse “o que é completo”, Paulo declarou: “Atualmente vemos em contorno indefinido por meio dum espelho de metal, mas então será face a face. Atualmente eu sei em parte, mas então saberei exatamente, assim como também sou conhecido exatamente.” (1 Cor. 13:12) Note que Paulo não disse: ‘Quando chegar o que é completo, acabarão os dons.’ Ele disse: “Então saberei exatamente.” Por conseguinte, o “que é completo” tem que ver como o pleno entendimento da Palavra de Deus. Assim, o que era “parcial” eram o conhecimento e o entendimento das profecias e do propósito de Deus. Isso é tornado claro pelas palavras de Paulo: “Atualmente eu sei em parte.” O conhecimento e o entendimento parciais é que acabariam quando chegasse “o que é completo”.

Embora os dons pertençam ao período apostólico e tenham acabado há muito tempo, junto com tal período, o conhecimento e o entendimento parciais que temos hoje só serão preenchidos quando todas as profecias bíblicas se cumprirem, fornecendo-nos então o pleno entendimento de seu significado, bem como quando Jeová prover ao Seu povo o pleno entendimento de todas as verdades preciosas contidas em Sua Palavra.

Assim, obtivemos a resposta a três perguntas essenciais, ligadas a esse tema:

(1) Por que foram conferidos os dons do espírito?

(2) Como eram transmitidos?

(3) Até quando durariam?

As respostas bíblicas a tais questões suscitam outra importante pergunta:

Que dizer dos alegados dons atuais?

Uma vez que os verdadeiros dons do espírito cessaram há muito tempo, o que explica essa clara distorção de tais dons nas igrejas pentecostais? Charlatanismo? Embora essa premissa não possa ser desconsiderada, os fatos mostram que há algo mais envolvido.

Há algumas décadas, alguns pesquisadores nos Estados Unidos decidiram estudar o estranho fenômeno das manifestações dos alegados dons espirituais nas igrejas pentecostais da cristandade. Eles se ativeram particularmente na glossolalia, que é o nome dado ao comportamento de falar em línguas. Para ajudá-los, eles convidaram um poliglota chinês, solicitando que ele visitasse diversas igrejas pentecostais para analisar o fenômeno. E isso foi feito. Após isso, foi pedido ao poliglota que ele relatasse suas conclusões. O chinês disse que grande parte do que ele ouviu em tais igrejas era um falatório ininteligível. Mas acrescentou que alguma coisa falada consistia realmente de idiomas conhecidos por ele. Do que ele pôde entender, afirmou o poliglota, algumas frases estavam em dialetos africanos e outras, em dialetos chineses. Quando foi solicitado que ele traduzisse o que havia entendido, ele se recusou a fazê-lo. Por quê? Porque, conforme ele declarou, tratava-se de palavras de baixo calão!

     Quando pessoas comuns, que sabem quando muito o seu próprio idioma, falam palavras de baixo calão numa língua estrangeira que nunca estudaram nem sequer ouviram, a que conclusão o leitor sincero chegaria? O atual pentecostalismo seria apenas charlatanismo, ou está envolvido algo mais profundo e aterrador – a influência de forças espirituais iníquas tentando enlaçar pessoas por se manifestarem sob o ardil duma roupagem falsamente cristã?

 

fonte: blog o Apologista da verdade

Jeová é Realmente o Nome de Deus?

O que mais tem na internet é mentiras com respeito ao nome de Deus. Antes de fazer minhas considerações, de uma olhada nesses dois vídeos. Um é arqueológico, aonde encontraram o Nome divino em uma parede, e outro é de um famoso filme.

É verdade que  pronúncia original de יהוה é desconhecida, mas por séculos o uso da tradução Jeová , passou a ser amplamente divulgado e estabelecido entre muitos cristãos, tornando-se uma pronúncia familiar e popular em muitos idiomas. Assim, vários grupos religiosos, mais notavelmente as Testemunhas de Jeová, continuam a usá-la, ainda que muitos outros grupos religiosos favoreçam a pronúncia Javé ouYahvéh, ou mesmo o titulo SENHOR. Segundo elas, os diversos nomes próprios existentes são muitas vezes pronunciados de maneiras diferentes da língua original, e assim como ocorre com o nome “Jesus”, transliterado do original Ye·shú·a‘ ou [vindo de Josué] Yeho·shú·a‘, não se deveria abandonar o uso do nome “Jeová” simplesmente por não se saber a pronúncia exata deste.

Valendo-se de pretextos diversos a fim de não usar o nome de Deus, alguns fazem a afirmação de que “o nome Jeová é uma tradução errônea das quatro letras hebraicas IHVH”. São tantas as fontes que repetem a mesma coisa , de forma que os que estudaram este assunto de forma superficial ou apenas ouviram seus mestres e teólogos,  repetem tais declarações como uma ladainha. Tal afirmação baseia-se no pressuposto de que o nome “Jeová” é uma tradução das quatros letras hebraicas no qual se usou as vogais de Adonai. Para entender melhor, saiba que o hebraico era escrito de forma abjad ou seja, o idioma era representado somente por consoantes e não vogais.   Os manuscritos hebraicos mais antigos apresentam o Nome de Deus na forma de quatro consoantes, comumente chamadas de Tetragrama (do grego te·tra-, que significa “quatro”, e grám·ma, “letra”). Estas quatro letras (escritas da direita para a esquerda) são יהוה e podem ser transliteradas em português como YHWH (IHVH, ou JHVH). Provavelmente no primeiro século depois de Cristo, surgiu entre os judeus uma idéia supersticiosa, de que era errado até mesmo pronunciar o nome divino (representado pelo Tetragrama). Devido a este costume, a pronúncia original do Nome se perdeu.

Muitos teólogos Evangélicos e Católicos, entre outros, removem o Nome de Deus e o substitue por palavras a bel prazer, ao traduzirem a Bíblia para o idioma de seus respectivos países. Chegam até mesmo a usar o mesmo argumento usado pelos judeus, de que “não se sabe a pronúncia original do Nome”. Contudo, despercebem um fator interessante. Os judeus não removeram o Nome de Deus de seus exemplares das Escrituras Sagradas. Apenas evitam pronuncia-lo.

Após considerar várias pronúncias, o professor alemão Gustav Friedrich Oehlerconcluiu: “Deste ponto em diante eu uso a palavra Jeová, porque, na verdade, este nome agora se tornou mais comum no nosso vocabulário, e não pode ser suplantado.” — Theologie des Alten Testaments, segunda edição (Stuttgart, 1882), p. 143.

O jesuíta erudito Paul Joüon diz: “Nas nossas traduções, em vez da (hipotética) forma Yahweh, temos usado a forma Jéhovah . . . que é a forma literária convencional usada em francês.” — Grammaire de l’hébreu biblique (Roma, 1923), nota ao pé da p. 49.

Nos tempos bíblicos, o nome Jesus talvez fosse pronunciado Yeshua, ou possivelmente Yehoshua — ninguém sabe ao certo. No entanto, pessoas no mundo inteiro usam diferentes formas do nome Jesus, pronunciando-o do modo costumeiro no seu idioma. Elas não deixam de usar o nome só porque não sabem como ele era pronunciado no primeiro século. De modo similar, se você viajar para outro país, é bem provável que descubra que seu próprio nome soa um tanto diferente em outro idioma. Portanto, não saber ao certo como o nome de Deus era pronunciado na antiguidade não é motivo para não usá-lo. Já imaginou alguém de certa ala da igreja Católica defender a ideia de que o nome da mãe de Jesus era Miriam e que  portanto “não devemos usar a forma Maria” ? É exatamente o que acontece com os que criticam a pronúncia do nome “Jeová” a partir de uma regra fantasiosa que eles mesmos não usam.

“QUANDO SURGIU O NOME JEOVÁ?”

“No hebraico moderno do século VI depois de Cristo, os Massoretas colocaram os sinais das vogais adonay nas consoantes do tetragrama, daí em diante que os clérigos católicos começaram a tentar escrever o nome divino: Iahweh, Jehovah, Iavé e Jeová.”

A declaração acima pode estar  errada. Muitos eruditos acreditam que o nome ”Jeová” é uma forma hibrida “inventada tardiamente” no tempo dos Massoretas, entre 600 E.C. – 1100 E.C.,  e até mesmo Raimundo Martini (c. 1220-1287), o dominicano, argumentou que a pontuação do Nome de Deus foi adicionada por Ben Naphtali e Ben Asher por volta de 900-960.  Atualmente, afirma-se que a chamada “forma hibrida” é derivada da combinação das letras latinas JHVH com as vogais de Adonai. Contudo, há evidências de que a forma “Jeová” já estava presente foneticamente em textos gregos e semíticos durante a antiguidade tardia.

Observe o que diz George Wesley Buchanan Professor Emérito do Novo Testamento :

Esta [Yehowah] é a pronúncia correta do tetragrama, como pode-se ver claramente na pronúncia de nomes próprios no primeiro Testamento (PT), poesias, documentos aramaicos do 5º século, traduções gregas do Nome no Rolo do Mar Morto  e nos Pais da Igreja.” (George Wesley Buchanan, “The Tower of Siloam”, The Expository Times 2003; 115: 37; pp. 40, 41)

Encontramos a forma “Jeová” escrita Ιεωά  em textos gregos do 2º e 3º séculos E.C. 

 The Grecised Hebrew text “εληιε Ιεωα ρουβα“ é interpretado como significando ”meus Deus Ieoa é mais poderoso”.  – “La prononciation ‘Jehova’ du tétragramme”, O.T.S. vol. 5, 1948, pp. 57, 58. [Papiro Grego CXXI ” PISTIS SOPHIA”  (do 3º séc.), Biblioteca do Museu Britânico.] 

Pap_Greek_IEWA

Uma coisa é certa: após essas e muitas outras citações, fica claro que muito antes dos Massoretas a forma IeHoWah já era usada, o que torna a afirmação do site acima, no mínimo, uma impossibilidade histórica.

Charles William King, citando a obra “Na interpretação” (do 2º século), encontra o Nome na forma ΙΕΗΩΟΥΑ – que, segundo Charles – “se cada vogal grega for lida com o verdadeiro som grego”, veremos o que ele chama de  “a correta representação da pronúncia hebraica da palavra Jeová”.Charles William King,The Gnostics and their remains: Ancient and Mediaeval (1887), pp. 199-200. (Clique aqui para ver os escritos de William King.) 

Uso do Nome “Jeová” em traduções de língua inglesa

As seguintes versões da Bíblia vertem o Tetragrama como Jehovah quer de modo exclusivo ou em versos selecionados:

  • William Tyndale, in his 1530 translation of the first five books of the English Bible, at Exodus 6:3 renders the divine name as Iehovah. In his foreword to this edition he wrote: “Iehovah is God’s name… Moreover, as oft as thou seeist LORD in great letters (except there be any error in the printing) it is in Hebrew Iehovah.”
  • The Great Bible (1539) renders Jehovah in Psalm 33:12 and Psalm 83:18.
  • The Geneva Bible (1560) translates the Tetragrammaton as JEHOVAH, in all capitals, in Exodus 6:3, Psalm 83:18, Jeremiah 16:21, and Jeremiah 32:18.
  • In the Bishop’s Bible (1568), the word Jehovah occurs in Exodus 6:3 and Psalm 83:18.
  • The Authorized King James Version (1611) renders Jehovah, four times (in all capitals) in Exodus 6:3, Psalm 83:18, Isaiah 12:2, Isaiah 26:4, and three times in compound place names at Genesis 22:14, Exodus 17:15 and Judges 6:24.
  • Webster’s Bible Translation (1833) by Noah Webster, a revision of the King James Bible, contains the form Jehovah in all cases where it appears in the original King James Version, as well as another seven times in Isaiah 51:21, Jeremiah 16:21; 23:6; 32:18; 33:16, Amos 5:8, and Micah 4:13.
  • Young’s Literal Translation by Robert Young (1862, 1898) renders the Tetragrammaton as Jehovah 6,831 times.
  • In the Emphatic Diaglott (1864) a translation of the New Testament by Benjamin Wilson, the name Jehovah appears eighteen times.
  • The English Revised Version (1885) renders the Tetragrammaton as JEHOVAH, in all capitals, where it appears in the King James Version, and another eight times in Exodus 6:2,6–8, Psalm 68:20, Isaiah 49:14, Jeremiah 16:21, and Habakkuk 3:19.
  • The Darby Bible (1890) by John Nelson Darby renders the Tetragrammaton as Jehovah 6,810 times.
  • The Five Pauline Epistles, A New Translation (1900) by William Gunion Rutherford uses the name Jehovah six times in the Book of Romans.
  • The American Standard Version (1901) renders the Tetragrammaton as Je-ho’vah in 6,823 places in the Old Testament.
  • The Modern Reader’s Bible (1914) by Richard Moulton uses Jehovah in Exodus 6:2–9, Exodus 22:14, Psalm 68:4, Psalm 83:18, Isaiah 12:2, Isaiah 26:4 and Jeremiah 16:20.
  • The Holy Scriptures (1936, 1951), Hebrew Publishing Company, revised by Alexander Harkavy, a Hebrew Bible translation in English, contains the form Jehovah in Exodus 6:3, Psalm 83:18, and Isaiah 12:2.
  • The New English Bible (1970) published by Oxford University Press uses JEHOVAH in Exodus 3:15 and 6:3, and in four place names at Genesis 22:14, Exodus 17:15, Judges 6:24 and Ezekiel 48:35.[100]
  • The Living Bible (1971) by Kenneth N. Taylor, published by Tyndale House Publishers, Illinois, uses Jehovah extensively, as in the 1901 American Standard Version, on which it is based.
  • In the New World Translation of the Holy Scriptures (1961, 1984) published by the Watchtower Bible and Tract SocietyJehovah appears 7,210 times, comprising 6,973 instances in the Old Testament, and 237 times in the New Testament—including 70 of the 78 times where the New Testament quotes an Old Testament passage containing the Tetragrammaton,[101] where the Tetragrammaton does not appear in any extant Greek manuscript.
  • The Bible in Living English (1972) by Steven T. Byington, published by the Watchtower Bible and Tract Society, renders the word Jehovah throughout the Old Testament over 6,800 times.
  • Green’s Literal Translation (1985) by Jay P. Green, Sr., renders the Tetragrammaton as Jehovah 6,866 times.
  • The American King James Version (1999) by Michael Engelbrite renders Jehovah in all the places where it appears in the original King James Version.
  • The Original Aramaic Bible in Plain English (2010) by David Bauscher, an English translation of the New Testament, from the Aramaic of The Peshitta New Testament with a translation of the ancient Aramaic Peshitta version of Psalms & Proverbs, contains the word “JEHOVAH” in call caps, in the New Testament, over 200 times.

Nunca se esqueça que é a própria Escritura Sagrada que enfatiza a importância deste nome:

Êxo. 3:15: “Deus disse . . . a Moisés: ‘Isto é o que deves dizer aos filhos de Israel: “Jeová, o Deus de vossos antepassados, . . . enviou-me a vós. Este é o meu nome por tempo indefinido e este é o meu memorial por geração após geração.’”

Isa. 12:4: “Agradecei a Jeová! Invocai o seu nome. Tornai conhecidas entre os povos as suas ações. Fazei menção de que seu nome deve ser sublimado.” (Clique no texto em letras azuis a fim de LER)

Eze. 38:17, 23: “Assim disse o Soberano Senhor Jeová: ‘ . . . E eu hei de magnificar-me, e santificar-me, e dar-me a conhecer aos olhos de muitas nações;e terão de saber que eu sou Jeová.’”

Mal. 3:16: “Os que temiam a Jeová falaram um ao outro, cada um ao seu companheiro, e Jeová prestava atenção e escutava. E começou-se a escrever perante ele um livro de recordação para os que temiam a Jeová e para os que pensavam no seu nome.”

João 17:26: “[Jesus orou a seu Pai:] Eu lhes [seus seguidores] tenho dado a conhecer o teu nome e o hei de dar a conhecer, a fim de que o amor com que me amaste esteja neles e eu em união com eles.”

Atos 15:14: “Simeão tem relatado cabalmente como Deus, pela primeira vez, voltou a sua atenção para as nações, a fim de tirar delas um povo para o seu nome.”

O que a Bíblia diz sobre o Natal

A New Catholic Encyclopedia (Nova Enciclopédia Católica) reconhece: “A data do nascimento do Cristo não é conhecida. Os Evangelhos não indicam nem o dia nem o mês . . . Segundo a hipótese sugerida por H. Usener . . . e aceita pela maioria dos peritos hoje em dia, designou-se ao nascimento de Cristo a data do solstício do inverno (25 de dezembro no calendário juliano, 6 de janeiro no egípcio) porque, nesse dia, à medida que o sol começava seu retorno aos céus setentrionais, os devotos pagãos de Mitra celebravam o dies natalis Solis Invicti (aniversário natalício do sol invencível). Em 25 de dez. de 274, Aureliano havia proclamado o deus-sol como o principal padroeiro do império e dedicou um templo a ele no Campo de Marte. O Natal surgiu numa época em que o culto ao sol era particularmente forte em Roma.”

A história nos mostra que a origem do Natal católico, este que se comemora hoje, nasceu no ano 354 d.C., data em que se assinalou a primeira celebração do nascimento de Jesus.
Esta comemoração veio substituir a festa pagã do nascimento do Sol chamada Natalis Invicti Solis que, naquela época, era celebrada pelo povo persa.

Durante muitos séculos, as igrejas cristãs não costumavam comemorar o nascimento de Cristo devido às distorções históricas com relação à data exata de sua aparição. Apesar de todas reconhecerem que a pequena cidade de Belém, em Jerusalém, foi o palco do aparecimento de Cristo na Terra, as informações sobre o dia e o ano em que isso ocorreu são desencontradas, mesmo porque os relatos descritos no Novo Testamento não especificam datas. Por causa disso, a maior festividade da época era a Páscoa, comemorada pelas instituições cristãs como referência à Ressurreição de Jesus.

Com o passar dos anos, estas mesmas igrejas começaram a se preocupar com a questão do nascimento de Cristo e algumas correntes religiosas, entre elas a Igreja Católica Romana, passaram a celebrar a data no dia 06 de janeiro. Esse dia era chamado de Epifania, palavra grega que quer dizer manifestação ou revelação da divindade a seus fiéis. Outras correntes, por sua vez, já haviam adotado o dia 25 de dezembro como a data da festividade com base em antigos relatos romanos.

Porém, depois de tantas divergências com relação ao assunto, a data que se comemora hoje foi fixada no ano de 440 d.C. e teve como objetivo estabelecer um ponto comum entre as diversas religiosidades da época, além de cristianizar as festas pagãs realizadas no período. Por esse acordo, ficou estabelecido que as comemorações natalinas teriam um período de 12 dias, tendo início em 25 de dezembro e terminando em 06 de janeiro.

 

 

História de alguns costumes natalinos

  1. Comemoração do aniversário de Jesus: Os primeiros cristãos não celebravam [o] nascimento [de Cristo] porque consideravam a comemoração do aniversário um costume pagão.” — Enciclopédia Delta Universal.

  2. Dia 25 de dezembro: Não existem provas de que Jesus tenha nascido nessa data. É provável que líderes da Igreja tenham escolhido essa data para coincidir com festas pagãs realizadas no solstício de inverno ou por volta dele.

  3. Troca de presentes, banquetes e festas: A obra The Encyclopedia Americana diz: “As saturnais, festa romana celebrada em meados de dezembro, forneceram o modelo para muitos costumes festivos do Natal. Dessa celebração, por exemplo, derivam-se os banquetes suntuosos, a troca de presentes e a queima de velas.” A Encyclopædia Britannicaobserva que “todo trabalho e negociações eram interrompidos” durante as saturnais.

  4. Luzes de Natal: De acordo com a The Encyclopedia of Religion(Enciclopédia da Religião), os europeus decoravam suas casas “com luzes e sempre-verdes de todos os tipos” para celebrar o solstício de inverno e combater espíritos maus.

  5. Visco e azevinho: Em muitos países, essas plantas geralmente são usadas em decorações de Natal. “Os druidas atribuíam propriedades mágicas ao visco. O azevinho sempre-verde era adorado como uma promessa de que o Sol retornaria.” — The Encyclopedia Americana.

  6. Árvore de natal: Cultuar árvores, ato comum entre os europeus pagãos, sobreviveu à conversão deles ao cristianismo.” Um exemplo atual disso é o costume de “colocar uma árvore de natal na entrada ou dentro da casa durante as festividades em meados do inverno”. — Encyclopædia Britannica.

Qual é a verdade sobre o Natal?

Milhões de pessoas no mundo todo comemoram o Natal por várias razões. Algumas gostam de passar momentos alegres com amigos e familiares. Outras procuram pensar em Deus ou ajudar os necessitados. Sem dúvida, essas são boas ações. No entanto, esse feriado esconde um passado obscuro. Veja alguns aspectos sobre o Natal.

Primeiro, para muitas pessoas o Natal é a comemoração do nascimento de Jesus. Mas historiadores dizem que a data do nascimento de Jesus é desconhecida.The Christian Book of Why (O Livro Cristão dos Porquês) diz que “os primeiros cristãos se recusaram a escolher uma data que indicasse o nascimento de Jesus”, pois queriam “se separar de todos os costumes pagãos”. Nada na Bíblia indica que Jesus tenha comemorado seu aniversário ou o de qualquer outra pessoa. Mas ele mandou que seus discípulos celebrassem sua morte. — Lucas 22:19.

Segundo, muitos eruditos concordam que a maioria das tradições do Natal está ligada a costumes pagãos ou não cristãos. Essas tradições incluem Papai Noel, ramos de visco, troca de presentes, árvores de natal, velas, toras, guirlandas e canções de Natal como foi sitado acima. Falando sobre esses costumes, o livro The Externals of the Catholic Church (Os Costumes da Igreja Católica) observou: “Ao dar ou receber presentes de Natal ou colocar guirlandas nas casas e igrejas, quem de nós poderia imaginar estar seguindo costumes pagãos?”

Mas você talvez se pergunte o que há de errado em seguir esses costumes aparentemente inocentes?

Um terceiro ponto responde. Deus não aceita que a adoração pura seja contaminada com costumes pagãos. Por meio do profeta Amós, Jeová Deus disse a seus adoradores infiéis no Israel antigo: “Odiei, rejeitei as vossas festividades . . . Afastai de mim o tumulto dos vossos cânticos.” — Amós 5:21, 23 Tradução Brasileira.

Por que palavras tão fortes? Veja o que o povo de Israel, ao norte, estava fazendo. O primeiro rei, Jeroboão, havia colocado bezerros de ouro nas cidades de Dã e Betel e influenciado o povo a adorar esses bezerros em vez de adorar a Jeová no templo em Jerusalém. O rei também havia criado festividades e designado sacerdotes para ajudar o povo a celebrá-las. — 1 Reis 12:26-33.

Aparentemente, os israelitas não tinham má intenção ao celebrar essas festividades.Eles alegavam fazer essas coisas com o objetivo de adorar a Deus e agradá-lo. Mas as fortes palavras de Deus por meio de Amós e outros profetas mostram claramente como ele se sentia com tudo isso. Ele disse através do profeta Malaquias: “Eu sou Jeová; não mudei.” (Malaquias 3:6 Tradução Brasileira)

Consegue entender o que Deus acha das celebrações do Natal hoje em dia?

Será que os verdadeiros cristãos Devem participar das tradições do Natal? Agrada a Deus misturar Sua adoração com crenças e práticas dos que não o adoram?

O apóstolo Paulo deu o seguinte aviso em Colossenses 2:8: “Acautelai-vos: talvez haja alguém que vos leve embora como presa sua, por intermédio de filosofia e de vão engano, segundo a tradição de homens, segundo as coisas elementares do mundo e não segundo Cristo.”

Ele também escreveu: “Não vos ponhais em jugo desigual com incrédulos. Pois, que associação tem a justiça com o que é contra a lei? Ou que parceria tem a luz com a escuridão? Além disso, que harmonia há entre Cristo e Belial [Satanás]? Ou que quinhão tem o fiel com o incrédulo?” — 2 Coríntios 6:14, 15

Em harmonia com as Escrituras, esforçam-se a praticar “a forma de adoração que é pura e imaculada do ponto de vista de . . . Deus”, por manter-se “sem mancha do mundo”. — Tiago 1:27.

Depois de considerar esses aspectos sobre o Natal, milhões de pessoas deixaram de comemorá-lo.

Elas encontram verdadeira alegria e satisfação por passar tempo com seus amigos e familiares e ajudar os necessitados em qualquer época do ano. 

 A Bíblia mostra que, se tentamos adorar a Deus de um modo que ele não aprova, nós o ofendemos. — Êxodo 32:5-7.

 O que você deve fazer?

Analise sua Religião. Verifique se ela pratica e incentiva a comemorar algo que desagrada a Deus. Lembre-se que Deus não Aprovou o que o Rei Jeroboão fez no passado, e muito menos apoia esse tipo de coisa Hoje. Sua organização é “limpa e imaculada”, “sem mancha no mundo”.

Se isso acontece em sua religião, você deve fazer uma oração a Deus e pensar seriamente em sair. Sabe por quê?

A bíblia diz que fora a religião que Cristo ensinou, todas as outras fazem parte de Babilônia, o império mundial da religião falsa. E sabe o que a bíblia diz sobre isso?

Apocalipse 18:4 diz: “Saí dela, povo meu, se não quiserdes compartilhar com ela nos seus pecados e se não quiserdes receber parte das suas pragas.”

Faça um raio x da sua Religião agora, e veja se ela preenche os requisitos do que Jesus ensinou para os cristãos do primeiro século AQUI.