E o ANO NOVO o verdadeiro seguidor de Cristo e adorador do Pai celebra?

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As celebrações do Ano Novo, relacionadas com o fim de um ano e o começo do próximo, em 1.° de janeiro, têm ligações com a religião falsa.

O primeiro dia de janeiro era sagrado para o deus romano Jano, de duas faces, e por isso era um feriado pagão. Mas há outro forte motivo para a abstenção dos cristãos.

Os cristãos são admoestados: “Andemos decentemente, . . . não em festanças e em bebedeiras, nem em relações ilícitas e em conduta desenfreada.” (Rom. 13:13)

As celebrações do Ano Novo, porém, freqüentemente se distinguem por tais práticas e excessos. O Dicionário Normal de Folclore, Mitologia e Lenda, em inglês, observa: “Muitos países ocidentais assinalam a passagem do velho ano e a chegada do novo por elaborados bailes, bebedeiras e comportamento em geral orgíaco.” A respeito das culturas não ocidentais, a mesma obra nota que também “consideram o fim de um ano e o começo do próximo como momento de deleite”.

Jesus também disse:” Não fazem parte do mundo, assim como eu não faço parte do mundo.” (João 17:16) Manter-se separado do mundo controlado por satanás é manter-se longe dessas festividades pagãs, afinal Tiago disse: “Adúlteras, não sabeis que a amizade com o mundo é inimizade com Deus? Portanto, todo aquele que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus.” — Tiago 4:4.

Envolver-se alguém numa celebração de Ano Novo, mesmo que mantenha o autodomínio, poderá significar ser conivente com a conduta sem restrições dos outros e aprovar uma prática arraigada na religião falsa. A recusa dos verdadeiros cristãos quanto a se empenharem em tais celebrações não significa que não gostam de se recrear e divertir. Gostam de fazer isso. Mas procuram preservar uma boa consciência perante Deus e os homens, evitando os excessos e também a aparência de estar celebrando festividades pagãs.

“Não vos ponhais em jugo desigual com incrédulos”, escreveu o apóstolo Paulo. “Pois, que associação tem a justiça com o que é contra a lei? Ou que parceria tem a luz com a escuridão? Além disso, que harmonia há entre Cristo e Belial? Ou que quinhão tem o fiel com o incrédulo? E que acordo tem o templo de Deus com os ídolos? . . . ‘Portanto, saí do meio deles e separai-vos’, diz Jeová, ‘e cessai de tocar em coisa impura.’” (2 Coríntios 6:14-17)

Acatamos essas palavras por nos manter afastados da adoração falsa?

Jesus perante Pilatos: A última tentativa do Diabo de livrar Jesus!

João 18:29
“Então Pilatos saiu fora e disse-lhes: Que acusação trazeis contra este homem?”
Perceba que os Judeus levam Jesus para uma autoridade constituída. Pilatos sobre a influência do ACUSADOR (Satanás) só poderá agir na vida de Jesus se o mesmo tivesse lhe dado alguma legalidade.
Os Judeus julgam Jesus como criminoso e Pilatos orienta:” Julguem conforme a Lei de vocês.”
A Lei Mosaica exige o sacrifício para o perdão dos pecados. Essa era a missão do Messias.
A oferta viva. O Cordeiro Santo que foi levado ao abatedouro puro e no processo expiatório no sacrifício na estaca de tortura, conforme diz Gálatas 3:13:”Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro;'(Versão Almeida)
Mais uma vez Jesus é levado diante de Pilatos, e ele sobre influência de satanás.
Jesus diz:” O meu reino não é daqui…” e Pilatos responde: “Então você é Rei!”
Jesus respondeu: “Tu dizes que eu sou rei. Eu para isso nasci, e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz.”
João 18:37
O diabo influenciando Pilatos faz uma das mais importantes declarações da Bíblia:
“…saiu novamente para onde estavam os judeus e disse: “Não acho nele motivo algum de acusação.”
João 18:38 (NVI)
A esposa de pilatos até recebeu um sonho da parte do diabo para tentar livrar Jesus da morte. A esposa dele tocou mais ainda a sua consciência. Sentado na tribuna para julgar o caso, recebeu da esposa um recado. “Não te envolvas com esse justo; porque hoje, em sonho, muito sofri por seu respeito” (Mateus 27:19). Como satanás foi astuto!
Agora Satanás utiliza o seu último recurso para impedir a morte de Cristo:
“Vocês querem que eu solte o Rei dos Judeus??” João 18:39 (NVI)
O povo pede que soltem Barrabás. (João 18:39)
O ditado popular “ A voz do povo é a voz de Deus “ pode exatamente ser empregada nesta passagem.
Satanás queria impedir a todo o custo a morte de Jesus porque a morte de Cristo representava a sua derrota.
A Missão de Jesus não foi interrompida e chegamos neste ponto e entendemos que Satanás tentou por várias vezes impedir ou mudar a história de Jesus.
Para muitos Cristãos Pilatos era um homem Justo e tentou mostrar isso se isentando pela morte de Jesus ao lavar as suas mãos numa tentativa de impressionar a multidão (povo).
Cuidado! Nem tudo o que parece ser, é o que aparenta ser.

Quem é o discípulo amado, a quem Jesus se refere em João 19:26?

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Nos últimos capítulos do Evangelho de João temos a presença de um personagem que não tem um nome específico, mas é chamado “o discípulo amado de Jesus”.
Este personagem aparece nos momentos cruciais nos quais se realiza a ‘hora’ de Jesus, isto é, os acontecimentos ligados à sua paixão e à sua passagem deste mundo ao Pai. Por isso o encontramos em 13:23-25, durante a última ceia, quando deita a cabeça sobre o peito de Jesus e lhe pergunta quem é o discípulo que deve traí-lo.
Em João 19:26-27 ele se encontra ao lado de Maria, embaixo da estaca, e Jesus lhe entrega a sua mãe.
Em João 20:2-10 o discípulo amado se encontra com Pedro, quando Maria Madalena comunica que Jesus não está no sepulcro. Junto com Pedro corre para o sepulcro, chega primeiro, mas fica fora e só entra depois. Dele se diz que “viu e acreditou”.
Em João 21:7, quando Jesus ressuscitado aparece junto ao lago de Tiberiases enquanto os discípulos pescam, é ele que sugere a Pedro que se trata do Senhor.
Em joão 21:20-23 segue Jesus e Pedro e sobre ele o Senhor diz que ficará até que Ele voltará.
Em João 21:24 se diz que o discípulo amado é o discípulo que testemunhou os acontecimentos e que os escreveu. O seu testemunho era verdadeiro porque estava fisicamente presente, também embaixo da estaca e no sepulcro, quando viu e acreditou.
E ai já descobriu quem é?
O apóstolo João era um dos filhos de Zebedeu e irmão do apóstolo Tiago. Parece que sua mãe era Salomé, possivelmente irmã de Maria, mãe de Jesus. (Mat. 10:2; 27:55, 56; Mar. 15:40; Luc. 5:9, 10)
Dessa forma, João pode ter sido parente de Jesus. Pelo visto, a família de João tinha uma boa condição financeira. O negócio de pesca de Zebedeu era suficientemente grande a ponto de ele ter empregados. (Mar. 1:20) Salomé acompanhava Jesus, realizava tarefas para ele quando ele estava na Galileia e, quando ele morreu, ela comprou aromas a fim de untar o corpo dele, como parte do processo de sepultamento. (Mar. 16:1; João 19:40) Pelo visto, João tinha sua própria casa. — João 19:26, 27.
João foi um dos discípulos de João Batista. Provavelmente era ele que estava com André quando João Batista olhou para Jesus e disse: “Eis o Cordeiro de Deus!” (João 1:35, 36, 40) Depois dessa ocasião, João, filho de Zebedeu, pelo visto acompanhou Jesus até Caná, onde testemunhou o Seu primeiro milagre. (João 2:1-11)
A forma vívida e a riqueza em detalhes com que João descreve as atividades posteriores de Jesus em Jerusalém, Samaria e na Galileia indicam que ele também testemunhou esses eventos. A prontidão com que João — assim como Tiago, Pedro e André — abandonou suas redes de pesca, seu barco e seu meio de vida quando Jesus o convidou a ser Seu seguidor comprova sua fé. — Mat. 4:18-22.
Nos Evangelhos, João não se destaca tanto quanto Pedro. Mas João também tinha uma personalidade forte, como indica o sobrenome que Jesus deu a ele e a seu irmão Tiago — Boanerges, que significa “Filhos do Trovão”. (Mar. 3:17)
No começo, João queria muito ter destaque, tanto que ele e seu irmão fizeram com que sua mãe pedisse a Jesus que lhes desse posições privilegiadas em seu Reino. Embora esse desejo fosse egoísta, também era evidência de sua fé em que o Reino era uma realidade. A ambição desses dois irmãos deu a Jesus a chance de aconselhar todos os seus apóstolos sobre a necessidade de demonstrar humildade. — Mat. 20:20-28.
João manifestou sua forte personalidade quando tentou impedir que certo homem expulsasse demônios em nome de Jesus, visto que esse homem não era um dos Seus seguidores. Em outra ocasião, Jesus enviou mensageiros a uma aldeia samaritana a fim de fazer alguns preparativos para ele. Visto que as pessoas ali se recusaram a receber Jesus, João estava pronto para pedir fogo do céu para destruir os habitantes daquela aldeia. Por causa de atitudes como essas, Jesus repreendeu João. Tudo indica que, com o tempo, João passou a ser mais equilibrado e misericordioso, qualidades que antes aparentemente lhe faltavam. (Luc. 9:49-56)
Apesar de suas falhas, porém, João era “o discípulo a quem Jesus amava”. Por isso, quando estava para morrer, Jesus confiou sua mãe, Maria, aos cuidados de João. — João 19:26, 27; 21:7, 20, 24.
João viveu mais tempo do que os outros apóstolos, como Jesus tinha profetizado. (João 21:20-22)
João serviu fielmente a Jeová por uns 70 anos. Perto do fim de sua vida, durante o governo do imperador romano Domiciano, João foi exilado na ilha de Patmos “por ter falado a respeito de Deus e ter dado testemunho de Jesus”. Ali, por volta de 96 EC, João recebeu as visões que registrou no livro de Apocalipse (Apoc. 1:1, 2, 9)
Segundo a tradição, ao ser libertado, João foi para Éfeso, onde morreu por volta de 100 EC depois de ter escrito o Evangelho que leva seu nome e as cartas conhecidas como 1, 2 e 3 de João.

Os cristãos devem comemorar o Natal?

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Muitas pessoas escutam seu líderes religiosos dizerem que apesar de o Natal ser uma comemoração pagã, não a problema em se comemorar e celebrar tal dia com a família.

Dentre muitas desculpas, algumas delas são:

– “Esse é um momento de reflexão, aonde devemos nos lembrar do que realmente importa: O nascimento do salvador!”

– ” O importe é estar com a família, unida, adorando ao senhor!”

– ” Isso era no passado. Hoje o significado é outro!”

– ” o que importa é a essência do natal. O que ele realmente representa para nós!”

– “o que importa é a intensão de coração. Deus sabe que você não faz por mal!”

-” você não vai perder a salvação só porque comemorou e celebrou o Natal com a família, mesmo sabendo que é uma festa pagã. Deus é amor, ele vai entender!”

E por ai vai…

Porém existe um grande exemplo da bíblia que é muito oportuno para a ocasião. Vamos voltar no tempo e ver o que a nação de Israel fez e como Deus reagiu naquele momento.

Lemos:”Ele pegou então o ouro que eles trouxeram e o moldou com uma talhadeira, fazendo com ele uma estátua em forma de bezerro. E eles começaram a dizer: “Este é o seu Deus, ó Israel, que o tirou da terra do Egito!”
5 Quando Arão viu isso, construiu um altar diante do bezerro. Então Arão proclamou: “Amanhã haverá uma festividade para Jeová.” 6 Assim, levantaram-se cedo no dia seguinte, fizeram ofertas queimadas e apresentaram sacrifícios de participação em comum. Depois o povo se sentou para comer e beber. Então se levantaram para se divertir.”( Êxodo 32:4-6)

O que aprendemos dessa passagem?

– Arão fez um bezerro de ouro para adoração
– O povo fez uma festividade em homenagem a esse bezerro.
– O Bezerro representava Deus

Mas já se perguntou porque Arão fez um bezerro?

Bem, no Egito da onde eles tinham acabado de sair existia o deus Ápis, símbolo da força e da fecundidade, que era cultuado no Egito, e sua forma era de um touro(bezerro). Mas porque Arão faria isso?
Talvez esse deus fosse familiar aos israelitas e aos egípcios que haviam saído do Egito com eles. Isso tornaria a aceitação do povo muito mais rápida. Não é a toa que eles fizeram a festividade, ofertas, comeram e beberam e se divertiram, tudo isso na mente deles PARA DEUS!

A alguma semelhança com a comemoração do Natal?

Vejamos:

– 25 de dezembro é a comemoração do nascimento do deus sol
– Os padres da Igreja Romana trocaram para o nascimento de Jesus, a fim de cristianizar o paganismo e tornar mais rápida a aceitação do povo.

Veja que nos dois casos ambos adotaram uma prática religiosa pagã mas lhe deram um novo nome, no caso dos israelitas foi chamado de “uma festividade para Jeová” e no caso do Natal foi chamado de “Nascimento de Jesus Cristo.”

Tudo parece inofensivo, mas não se esqueça que Deus viu de primeira mão as práticas religiosas pagãs das quais se originaram essas celebrações. Não deve ser o conceito dele o que importa para nós?

Uma ilustração: Digamos que pessoas em grande número vão a casa de certo homem, dizendo que estão ali para celebrar a data de seu nascimento, lhe fazer uma homenagem. Ele aprendeu com seu querido pai que é errado e não é a favor disso. Ele não gosta de ver pessoas comerem de mais ou embriagar-se, nem empenharem-se em conduta desregrada. Mas algumas dessas pessoas fazem todas essas coisas, e lhe trazem presentes para todos os que se acham ali, menos para ele! E ainda por cima, escolheram como data de tal celebração a data de nascimento de um inimigo desse homem. Como se sentirá tal homem? Gostaria você de ser participe disso?

Bem, é exatamente isso que se faz nas celebrações de Natal!

Mas qual foi o resultado para nação de Israel?


Três mil morreram pelo julgamento de Jeová. Raciocinem: quão convincentes foram para fazer Arão, participar nessa infâmia?

Será que Deus é desmancha prazer, pois o povo só estava se divertindo, comendo , bebendo e dançando.

Agora vem o próprio Jesus e seus discípulos, dizer que não concorda com essa comemoração, igual ao pai dele, que não quis o bezerrinho lindo de ouro que Arão fez?

Que chato, talvez diga, mais outros que não deixam a gente se divertir.(2cor 6:14,15).

Muitos mesmo sem terem visto  vídeos sobre o assunto, ainda sim, se perguntam: o que tem a haver, papai noel, arvores, festanças, bebedeiras, troca de presentes, com Jesus?

O senhor Google, responde a todas essas questões, senão o site JW.ORG.

O que eu quero com tudo que falei acima?

Eu fico intrigado que com todas essas informações que as pessoas tem hoje e não dão a mínima. Mesmo assim o povo não escuta, não raciocinam, tem mente fechada. Assim como o cavalo do carroceiro em que é colocado papelão ao lado dos olhos para olhar só para a frente, muitos tendo a Bíblia à disposição ao seu lado não conseguem enxergar a verdade, pois o diabo coloca o papelão assim como o carroceiro no cavalo. (2 cor 4:4)

A bíblia é um livro fechado para a maioria das pessoas que não veem o ponto de vista de Deus e de Jesus. Não param para se perguntar: Eu estou me divertindo, brincando , bebendo, tenho arvore de natal em casa, me reúno com toda família para comer a ceia de natal, as crianças ganham presente, mas, Jesus está se divertindo? Ta gostando de misturar a festa do Deus Sol Invencível, em que tinha a mesma coisa, comida, bebida, troca de presente e arvore enfeitada com uma festa que dizem homenagear a ele?

O exemplo de êxodo 32 ta ai para responder a essa pergunta. Não deixe Satanás continuar te enganando. O pensamento de Deus não muda. Se ele puniu os israelitas com a morte no passado você acha que será diferente na vinda de seu filho?

Então saia de babilônia enquanto ainda da tempo!

Pense e reflita nesse relato, afinal de contas não queremos desagradar a Deus, e muito menos seu filho. Por isso pare e pense:

Existe alguma diferença entre a atitude da nação de Israel e sua comemoração pagã com a atitude das pessoas e a comemoração do natal hoje?

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Outro Artigo sobre o Natal clique AQUI

Possui Jesus no céu um corpo humano? É Jesus homem eternamente ?

É grande o número de evangélicos que respondem positivamente às perguntas feitas acima, no título do artigo. Para eles, o Senhor Jesus Cristo ainda retêm em sua natureza a humanidade, fato este que prova o porquê da bíblia se referir a Jesus como sendo submisso ao Pai mesmo após a sua ressurreição, claro, buscando assim um pretexto para apoiar a doutrina da trindade. É o  típico caso de uma mentira para encobrir outra.

Felizmente, a bíblia que é a verdade, nos dá luz sobre este assunto. Lemos em 1 Pedro 3:18 que Jesus foi “morto na carne, mas vivificado no espírito”. (Tradução do Novo Mundo; Almeida, atualizada; I.B.B.Brasileira)

Unicamente esse texto já serviria para responder as indagações a respeito desse assunto, mas como Jeová é amoroso, ele nos fornece mais indícios em sua palavra para eliminar qualquer dúvida  a respeito de qualquer assunto que seja.

A lei mosaica, com seus sacrifícios, era uma sombra de coisas ainda futuras. O que é uma sombra? Uma sombra indica a figura ou forma geral da realidade que a projeta.  O que isso tem a ver com o corpo de Cristo? Lemos em Colossenses 2:17:

“Estas coisas são sombras do que haveria de vir; a realidade, porém, encontra-se em Cristo”. 

Lemos também em Hebreus 10:1:

“A Lei traz apenas uma sombra dos benefícios que hão de vir, e não a realidade dos mesmos. Por isso ela nunca consegue, mediante os mesmos sacrifícios repetidos ano após ano, aperfeiçoar os que se aproximam para adorar”.

O bode e os novilhos oferecidos no dia da expiação representavam o sacrifício de nosso Senhor Jesus Cristo. O que acontecia com os cadáveres daquelas vítimas usadas em sacrifício no dia da expiação? Lemos em Hebreus 13: 11,12:

“O sumo sacerdote leva sangue de animais até o Santo dos Santos, como oferta pelo pecado, mas os corpos dos animais são queimados fora do acampamento. Assim, Jesus também sofreu fora das portas da cidade, para santificar o povo por meio do seu próprio sangue”. 

O que deduzimos disso? Seguindo a mesma lógica, Jeová Deus eliminou o corpo sacrificado de seu Filho. Além disso, se Jesus tivesse tomado de volta seu corpo de carne, seu sacrifício teria sido temporário, sem contínuo valor expiatório. Também lemos em Hebreus 9:8,24:

“Dessa forma, o Espírito Santo estava mostrando que ainda não havia sido manifestado o caminho para o Santo dos Santos enquanto ainda permanecia o primeiro tabernáculo. Pois Cristo não entrou em santuário feito por homens, uma simples representação do verdadeiro; ele entrou no próprio céu, para agora se apresentar diante de Deus em nosso favor”. 

A carne do ser humano Jesus Cristo era um impedimento para ele ter acesso aos céus. Lemos em Hebreus 10:19,20:

Tendo pois, irmãos, ousadia para entrarmos no santíssimo lugar, pelo sangue de Jesus, pelo caminho que ele nos inaugurou, caminho novo e vivo, através do véu, isto é, da sua carne”. 

A “carne” de Jesus, portanto, é mencionada em Hebreus 10:20 como sendo representada pela “cortina” (véu) que separava o Santo do Santíssimo no tabernáculo. Antes de poder entrar no céu, o verdadeiro “Santíssimo”, Jesus teve de renunciar à sua existência carnal e receber natureza espiritual. Seu corpo de carne teria sido uma barreira para ele ir além da “cortina” como pessoa espiritual.

Outra evidência a favor de que Jesus não foi ressuscitado na carne é que dois de seus discípulos, bem como Maria Madalena, não o reconheceram nas suas aparências físicas após a ressurreição. Apenas discerniram quem ele era por meio daquilo que disse e fez. — Luc. 24:13-31; João 20:14, 15.

Mas o caro leitor pode-se perguntar: E no caso de Tomé, os sinais físicos das marcas de prego no corpo de Jesus não é evidência clara que Jesus possuía o mesmo corpo físico antes de morrer?

Para responder  essa pergunta, temos de ler o contexto. Veja o que ele nos diz:

Jesus veio, embora as portas estivessem fechadas à chave, e ficou em pé no meio deles.” (João 20:26)

Seja sincero caro leitor: é possível um ser humano de corpo fisicamente carnal entrar numa sala com portas fechadas, simplesmente atravessando as paredes? E porque João frisou esse ponto? Se o Senhor Jesus tivesse simplesmente  aberto a porta e depois entrado fisicamente na sala, João NÃO teria dito as palavras acima.

Isso explica o fato de no livro de Lucas os discípulos terem ficado apavorados. Lemos:

 Enquanto falavam sobre isso, o próprio Jesus apresentou-se entre eles e lhes disse: “Paz seja com vocês! “Eles ficaram assustados e com medo, pensando que estavam vendo um espírito”. Lucas 24:36-37

Fica claro assim que Jesus deve ter materializado instantaneamente um corpo físico de carne. Um corpo humano não atravessa portas fechadas. Isto é algo que nenhum homem de carne podia ter feito. Mas é algo que pessoas espirituais podiam fazer por se materializarem.

Isto está de acordo com as palavras de Jesus no mesmo relato de Lucas. Lemos:

Ele lhes disse: “Por que vocês estão perturbados e por que se levantam dúvidas em seus corações?Vejam as minhas mãos e os meus pés. Sou eu mesmo! Toquem-me e vejam; um espírito não tem carne nem ossos, como vocês estão vendo que eu tenho”. Lucas 24:38-39 

A materialização de corpos carnais é evidente em vários episódios nas escrituras.  No relato de Lucas vemos isso. Lá diz:

 

“Então um anjo do Senhor apareceu a Zacarias, à direita do altar do incenso”. Lucas 1:11 

Outro fato que corrobora que Jesus simplesmente assumiu um corpo, para ser visto pelos seus discípulos, assim como anjos fizeram no passado, é também evidente no fato de que ele apareceu plenamente vestido. Quando Jesus foi deitado no túmulo, não estava vestido, mas apenas envolvido em faixas de linho fino. Depois de sua ressurreição, estas faixas permaneceram no túmulo. Portanto, assim como Jesus teve de materializar roupa, também teve de assumir carne, para se tornar fisicamente visível aos seus discípulos. — Luc. 23:53; João 19:40; 20:6, 7.

Com este entendimento, podemos reconhecer que, ser Jesus chamado de “Filho do homem”, mesmo depois de ter ido para o céu, não se pode referir a ele ter um corpo humano nos céus. Uma profecia messiânica que fala sobre ele receber poder régio de seu Pai, refere-se a ele como sendo “alguém semelhante a um filho de homem”. (Dan. 7:13, 14) Portanto, embora tivesse oferecido o sacrifício exigido por entregar a sua natureza humana, Jesus Cristo retém a designação messiânica de “Filho do homem”.

Em Apocalipse lemos também: Não vi templo algum na cidade, pois o Senhor Deus todo-poderoso e o Cordeiro são o seu templo. Apocalipse 21:22

Jesus Cristo leva o título de “o Cordeiro”, por ter deposto a sua vida em sacrifício. Este título obviamente não descreve sua aparência ou natureza nos céus. Assim, as Escrituras, como um todo, testificam que Jesus foi ressuscitado, não como homem de carne e sangue, mas como gloriosa pessoa espiritual. É por isso que a bíblia é enfática em dizer:

Mas alguém pode perguntar: “Como ressuscitam os mortos? Com que espécie de corpo virão? ” Assim também é a ressurreição dentre os mortos. Semeia-se o corpo em corrupção; ressuscitará em incorrupção. Semeia-se corpo natural, ressuscitará corpo espiritual. Se há corpo natural, há também corpo espiritual. E agora digo isto, irmãos: que a carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus, nem a corrupção herdar a incorrupção.”1 Coríntios 15:35,42,44 e 50

Era do propósito de Deus que seu Filho reassumisse a vida celestial e não mais continuasse a viver como homem na terra. Isto exigia que Jesus fosse ressuscitado como pessoa espiritual, porque pessoas de carne e sangue não podem viver nos céus.

 

Jesus, a Trindade e João 10:32-36: Que tipo de Deus é Jesus?

As Religiões que se dizem cristãs ensinam que Deus é uma trindade, apesar da bíblia provar o contrário. Uma das passagens mais difíceis para um trinitário responder é essa de João 10:32-36.

Vamos ver esse Relato e entender o motivo pelo qual a trindade não se sustenta mediante a resposta do Sr. Jesus. Vamos lá:

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Veja que os Judeus acusam Jesus de Blasfêmia, porque conforme eles dizem “sendo tu homem, te fazes Deus.”

Vamos analisar essa frase. Será que os acusadores de Jesus achavam que ele era o Deus Todo-Poderoso?

Talvez alguns digam que o Motivo era porque Jesus disse no verso 30 que “eu e o Pai somos Um.” Mas veja que Jesus estava falando de união de pensamento, conforme a própria oração dele nos diz em João 1721:”para que todos sejam um; assim como tu, ó Pai, és em mim, e eu em ti, que também eles sejam um em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste.”
João 17:21

Então a acusação dos Judeus é clara: Você diz ser o Messias o Filho de Deus e nós não aceitamos isso!

O que Jesus faz?

Magistralmente Jesus diz:”Não esta escrito na vossa lei: Não são vós deuses?”

Jesus aqui faz uma clara menção a salmos 82:1;6.salmos.jpg

Por que Jesus sitou essa passagem?

Para sua própria defesa. Os Judeus questionavam sua natureza divina(Divindade).  Aqui Cristo poderia ter citado qualquer texto que aplicasse a palavra “Elohim” a Jeová, e então a transferido a si próprio para provar que ele era o Deus Todo-Poderoso. Mas não! Ele fez diferente! Ele justifica ser “filho de Deus”, isto é, o Messias enviado pelo Pai com um texto que fala de sub-divindades ONTOLOGICAMENTE distintas do Pai. 

Interessante é a maneira que o povo pensava sobre o uso desse título. Veja a obra01.jpgPg 637 - 4.jpg

Veja que em sua obra Champlin diz que “o uso do termo “deus” era muito mais amplo entre os hebreus do que se dá entre os cristãos modernos.

A obra de Champlin continua dizendo na página 500 volume 2:Champlin pg 590 Vol 2.jpg

Outra obra acadêmica de Beacon fala sobre os “deuses subordinados”

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Deidades subordinadas pg 238 Vol 3.jpg

Anjos ou homens pg 238 Vol 3.jpg

Fica claro que Jesus usou o Salmos 82 para mostrar que sua divindade era a de um deus subordinado. Ele se compara aos Juízes do Salmos. É como se ele dissesse:”Vocês mesmo injustos são chamados de deuses pelo meu Pai e eu não posso dizer que sou filho de Deus, o Messias enviado?

Outras bíblias também dão suporte a esse argumento de que Jesus relaciona sua divindade a de um deus subordinado a seu Pai. Vejamos:

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A Bíblia de Estudo Nova Tradução na Linguagem de Hoje em suas notas de Rodapé diz:

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Aqui a nota diz que eles possuíam um deus, isto é, seu líder, aquele que garantia os direitos do povo. Então todo Rei ou os juízes de Israel eram considerados UM deus para o povo, visto que representavam o Criador. Por isso Jesus usa esse texto. Ele compara sua divindade com a dos Juízes.

 

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Veja agora como a Bíblia de Jerusalém em sua nota ao Rodapé esclarece essa passagem:

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O argumento é o início de uma expressão latina – a fortiori ratione – que significa “por causa de uma razão mais forte”, ou seja, “com muito mais razão”.

Indica que uma conclusão deverá ser necessariamente aceite, já que ela é logicamente muito mais verdadeira que outra que já o foi anteriormente.

Um raciocínio é a fortiori quando contém certos enunciados que se supõe reforçarem a verdade da proposição que se tenta demonstrar.

Traduz-se mais ou menos como “se aceitamos a verdade daquilo, então com muito mais razão temos de aceitar a verdade disto”.

O argumento dos Judeus foi: “Você se faz Deus, isto é, filho de Deus, o enviado, o Messias!”

Jesus diz:” Vocês são deuses e as escrituras não podem ser anuladas,(agora vem o argumento), então porque diz que blasfemo quando digo que sou filho de Deus?”

Que Resposta!

Jesus não diz que ele era o Deus encarnado, ele diz que ele era um Deus da mesma forma que os Juízes do salmos 82, um deus subordinado, um ser divino, porém menor que o Deus supremo, o Deus Todo-Poderoso. Jesus diz isso, se você não concorda com isso você discorda do próprio Jesus que declarou essas palavras que estão registradas na bíblia.

Veja agora como a Bíblia King James Atualizada trata do assunto:

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Viu só! De acordo com a King James Jesus não estava se igualando e dizendo que era o Deus supremo, o Todo-Poderoso em forma humana e sim que ele era “um deus” como os Juízes do salmos 82.

A bíblia de Estudo Palavras Chaves em sua nota de rodapé também fala algo a respeito:

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Realmente as Bíblias não deixam dúvidas sobre essa passagem. Os Judeus acusavam Jesus e a resposta do mestre foi clara!

Veja esse vídeo para fechar o artigo:

 

Para os que acreditam na trindade resta o dilema: Acreditar nas palavras de Jesus ou questionar o filho de Deus como os fariseus o fizeram?

 

O Plano de Salvação e a Trindade

Muitas religiões que se dizem cristãs dizem que o dogma da trindade é um ensino bíblico e verdadeiro.

Seus líderes dizem que o próprio Deus pisou aqui na terra e que somente ele poderia resgatar a humanidade novamente. Outros afirmam que um ser criado jamais poderia resgatar a humanidade, afirmando assim que Jesus era 100% Deus e 100% Homem aqui na terra.

Mas será que isso tem sentido, Deus morrer? Ou será que seria necessário um ser Humano Perfeito morrer?

Vamos entender o Plano de salvação e poderemos responder a essas perguntas no final desse artigo.sacrificio.jpg

Deus enviou Jesus para morrer por nossos pecados. (João 3:16) Todos nós somos pecadores, ou seja, imperfeitos e com a tendência de pecar. É por isso que ficamos doentes e morremos. Em contraste, o primeiro homem, Adão, era perfeito. Ele não tinha pecado e nunca ficaria doente nem morreria. Mas ele perdeu a perfeição quando desobedeceu a Deus. Nós herdamos de Adão o pecado e sua consequência, a morte. — Leia Romanos 5:12; 6:23.

Jesus era perfeito; ele não tinha pecado. Por isso, foi pelos nossos pecados que ele morreu. A morte de Jesus torna possível que nós tenhamos vida eterna e sejamos abençoados por Deus. — Leia 1 Pedro 3:18.

Além do mais a própria Lei dado por Deus por meio de Moisés nos ajuda a entender mais plenamente isso. A Lei dizia:

“Se alguns homens pelejarem, e um ferir uma mulher grávida, e for causa de que aborte, porém não havendo outro dano, certamente será multado, conforme o que lhe impuser o marido da mulher, e julgarem os juízes.
Mas se houver morte, então darás vida por vida,
Olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé,
Queimadura por queimadura, ferida por ferida, golpe por golpe.”
Êxodo 21:22-25

Conseguiu entender agora? a Justiça de Deus era tão perfeita que a pessoa deveria pagar com sua própria vida caso uma mulher gravida perdesse seu bebê. Isso era correspondente, isto é, uma vida pela outra.

Mas dentro do plano de salvação será que Deus poderia vir a terra e morrer em nosso favor?

De acordo com os próprios princípios que ele mesmo criou a resposta é NÃO!

Veja que perante a Lei era vida por vida. Adão era um HUMANO perfeito. Porém se Deus viesse a terra não seria correspondente seu sacrifício, seria injusto isso, pois Deus seria superior a Adão. Então Jesus era 100% Deus aqui na terra?

NÃO! como vimos em outro artigo as pessoas não esperavam que Deus viesse a terra, e sim um Profeta maior que Moisés, o predito Messias!

Assim a balança divina ficaria equilibrada e o plano de salvação faria sentido, afinal de contas Jesus Cristo era um humano perfeito como Adão também era.

Então o sacrifício de Jesus foi correspondente porque conforme vimos era VIDA PERFEITA DE UM HUMANO POR VIDA PERFEITA DE OUTRO HUMANO.

Não é a toa que bíblia chama Jesus de último Adão:”Assim está também escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito em alma vivente; o último Adão em espírito vivificante.”
1 Coríntios 15:45

Assim Jesus ao cumprir o Plano de Salvação assume o papel de nosso primeiro pai Adão. Jesus por meio de seu sacrifício comprou toda a humanidade e por meio dele poderemos ter a vida eterna. Se nosso primeiro pai Adão não tivesse pecado ele seria o nosso “Pai Eterno”, porém ele pecou. Por meio do Resgate Jesus agora é nosso “Pai eterno”, pois ele nos dará a vida eterna no futuro paraíso aqui na terra.(Isaías 9:6,Salmos 37:11)

Lembra-se da pergunta no começo do artigo?

Mas será que isso tem sentido, Deus morrer? Ou será que seria necessário um ser Humano Perfeito morrer?

Agora podemos responder com toda certeza: NÃO! Não foi Deus que veio a terra morrer por nós, antes foi o seu filho, o prometido Messias, um ser humano perfeito como Adão, que viveu, provou sua lealdade e equilibrou a balança divina.

E se não foi Deus que veio a terra e Jesus não era 100% Deus aqui na terra a Trindade mais uma vez aqui é refutada.

Lembre-se sempre: “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.”(João 8:32)

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